UMA HISTÓRIA PRA PENSAR.




PARTE 1ª

A QUEDA DOS DEUSES



 INTRODUÇÃO



Eu sou quem conta esta história interessante, meu nome é Reinan Crowllen sou astrofísico da Academia Mundial de Pesquisas Espaciais da União Cientifica Global, estamos no ano 2064 da era lúcida e preciso esclarecer algumas coisas que aconteceram em nosso mundo, o amado planeta terra em 18 de março de 2023:

As reservas de petróleo do oriente se esgotaram sem explicação cientifica. O mundo dependia do Brasil com seu combustível verde e o petróleo do pré-sal, como sempre o velho mundo não suportava a idéia de um jovem mandar na economia mundial, neste mesmo ano a falta de água global deu ao ex-G7 a chance de culpar o Brasil e a África equatorial pelos danos. Em 2026 foi descoberta uma cidade durante escavações na área do estado do Amazonas, graças a exploração do urânio que era a principal fonte de riqueza do Brasil, pois os outros países já haviam esgotado todas as suas reservas.  O Brasil havia devastado em prol do desenvolvimento 60% da Amazônia, a descoberta desta cidade e os segredos nela escondidos causaram a guerra mundial. O mundo foi consumido pelas bombas da ciência e da religião oriental. No final não houve vencedores, só restaram usurpadores. Decretada a paz veio a guerra contra o que verdadeiramente importava, a alma e a fé. A UNIÃO DO CONCELHO GERMANICO foi criada o mundo que conhecemos hoje jamais seria visto de novo. A fé em Deus virou doença mental, todos os livros sagrados foram destruídos e proibidos, a humanidade entrou em um coma teosófico e o mundo inteiro tornou-se  cientifico e intolerante. Sem a religião o avanço científico foi avassalador o homem finalmente havia evoluído da pior maneira, a UCG decretou a limpeza genética da humanidade que atualmente somam apenas 2 bilhões de pessoas extremamente saudáveis. O moribundo planeta terra não suportou mais sua agonia e seu fim era próximo. Após a devastação cataclísmica restou apenas um continente habitável na terra. Parte da humanidade a foi levada para marte o visinho mais próximo foi escolhido pela errante humanidade para ser o novo lar e é aqui neste gigante vermelho e cheio de mistérios que começarei a contar a história que chamo de A SAGA DO ESPÍRITO HUMANO.


INÍCIO







            18  de março de 2168, Hospital Nacional de Nova Arca 03:00 PM/Cidadela Central/Planeta Marte.

 

            Um grito quebra o silencio nos corredores do quinto andar do hospital.

_ Atenção! Emergência no setor psiquiátrico da ala leste, paciente solto nos corredores.

            Disse a voz através do sistema de som. Enfermeiros passam correndo.

Um homem de cabelos grades e grisalhos se esconde atrás de uma lixeira, ofegante e assustado se pergunta:

_ Onde estou?

Os enfermeiros o encontram, e ele sai em disparada gritando frases sem sentidos para os seus perseguidores.

_Eu não sou louco, eu não sou louco, ele me mostrou... eu vi, foi realidade...

            Gritava o ancião pelo corredor ninguém podia entendê-lo, ninguém poderá salva-lo daquela agonia.

_ Ligue para a doutora Suzana, agora!

            Disse um enfermeiro tentando segurar o ancião sem machucá-lo, o outro tira um pequeno aparelho do bolso e aperta um botão.

            Na residência do hospital a Drª Suzana desperta com o sinal do seu bip, levanta procurando os sapatos, ela se apressa.

            Minutos depois.

_ O que ouve com ele?

            Pergunta a doutora a um dos enfermeiros.

_ Ele apareceu no corredor não vimos ele passar por nós, estávamos aqui na recepção o tempo todo.

_ Quem o deixou sair do quarto?

_ Não sabemos como ele saiu, quando chegamos aqui ele já estava fora do quarto.

_ leve-o para o quarto, vamos sedá-lo.

            Há muito custo os enfermeiros conseguiram colocá-lo na cama e imobilizá-lo com amarras nos punhos e tornozelos.

            Após sedá-lo, os enfermeiros saem deixando-o com a doutora. Ela observa o ancião adormecido, olha o prontuário, assina-o e novamente observa o ancião como se quisesse entender porque aquele homem enlouquecera daquela forma, ele que era um renomado homem da ciência. Ela coloca a prancheta na cama ao pé do ancião e se dirige à porta, mas quando toca na maçaneta...

_ Doutora, por... Favor escute-me eu não sou louco, ele me poupou para que eu pudesse contar, por... Favor me escute Drª Suzana.

            A doutora ficou ali parada sem compreender como aquele homem podia ainda estar acordado depois de ter tomado uma maciça dose de tranqüilizante.

            Ela olhou o relógio e sentou-se na cadeira ao lado da cama.

_ Vou escutá-lo, não sei por que, mas vou escutá-lo.

_ A senhora está com o seu gravador?

            Perguntou o ancião.

_ Sim, estou com ele aqui.

            Falou pegando o pequeno aparelho do bolso.

_ Doutora prometa-me que após ouvir a história que eu vou contar procurará o senhor Deumonte no Departamento de Defesa e Exploração.

_ O senhor pode ficar despreocupado, eu o procurarei.

            Disse apenas por pressa, mas ele acreditou e começou a falar.

_ Doutora tudo começou aqui e tudo terminará aqui. A destruição que houve lá na terra, em pouco tempo acontecerá aqui novamente. Porque o homem não amou sua criação assim como os filhos de Deus não amaram os homens. Porque o homem viu sua luz, mas não escutou suas palavras.

_ Professor eu vou escutá-lo, mas o senhor sabe que Ele não existe.

            Disse fazendo sinal de aspas com os dedos.

_Há muito tempo que União Cientifica provou que a mente humana é capaz de realizar todas as coisas que os antigos atribuíam a um milagre divino; a morte não existe mais, hoje podemos trazer um homem à vida com um fio de cabelo.

_ Ele não só existe como tudo que realizamos hoje é de sua vontade.

_ Cuidado professor com o que fala, lembre-se que a crença foi considerada um desvio mental grave pela UCG. e a punição para o crime de quebra de sintonia global é a lobotomia.

_ Doutora deixe-me contar-lhe o que eu vi e depois seremos os dois com certeza condenados pelos homens de ciência, mas seremos absolvidos por Ele.

_ Quem é este de que fala, por acaso é Deus.

_ Não doutora ele não é Deus o criador do universo, Ele é a Obra Prima o Senhor do nosso mundo, aquele a quem recorremos e sentíamos sua presença no amor, alegria e tristeza. Escuta-me e cala-te até que eu acabe de transmitir o que me foi dado diretamente revelado por ele.

O ancião começou a contar sua historia; ela ficou ouvindo enquanto imagens começam a se formar em sua mente, ela vê o que não acreditava. Ela tenta retrucar e ele a repreende...

_Cala-te e escuta Drª Suzana e contemple a verdade.

              Disse fazendo um gesto com as mãos, como se quisesse fazer uma imagem no ar daquilo que iria relatar. De fato ela passou a ver o que falava.

_ Doutora, na morte falamos somente a verdade e saiba que eu sei que esta será minha ultima visão da luz carnal. Ouça calada, pois assim tudo começou...

Ele começou a contar: _No princípio do princípio dos tempos, além da imaginação humana, estas coisas aconteceram:



O ser adormecido em seus sonhos abre seus olhos e desperta no escuro íntimo, revelando-se ao ego e a lógica, após tempos de especulações, este ser diz: EU SOU TUDO QUE SOU e erguendo-se do seu leito de transposição começa a criação da sua majestade.

Sua glória é de uma magnitude tão elevada que os seus pensamentos ganham vida. AQUELE QUE É, tornou-se o DIVINO EU SUPREMO (DEUS) e gera os atributos da sua própria vontade, tomando assim cada um sua própria forma. Gerou o verbo da sua vontade, e o verbo ordenou o caos e a criação começou.

Os atributos saíram dEle por ordem do seu verbo, e quando ficaram diante dEle, não o viram porque a inteligência (A PERCEPÇÃO) ainda não havia sido criada. Mas quando Ele quis reconhecer a forma dos seus pensamentos, conduziu sua vontade (CRIAÇÃO) pelo verbo, gerando a inteligência e tudo lhe foi revelado pela luz do seu nascimento.

Tudo foi gerado pelo verbo (AÇÃO DE QUERER), mas a Inteligência foi a primeira força DIVINA a ser gerada pela vontade do Divino Eu Supremo, independente do verbo condutor e se manifestou na forma de Luz (A DÚVIDA) de todos os seres revelando-lhes a face dEle perante todos os atributos. A inteligência tornou-se a força mais importante na majestade do DIVINO EU SUPREMO, pois sem ela nada seria revelado dentro da escuridão (A CERTEZA) e esta incomensurável escuridão era o próprio Divino Eu Supremo, o Ser concebeu mentes (LÓGICA) à inteligência e ela queria gerar essas mentes. Então Ele quis a inteligência cativa á sua vontade, mas ela recusou-se ao cativeiro (SABER, CIÊNCIA HUMANA), pois não podia ser fixa num único ponto do Ser infinito e sim viajar gerando mentes nos universos de sua majestade (O SER). Ele ordenou e a inteligência recusou, pois era luz e não vontade divina e saiu na imensidão distanciando-se do ser incriado para revelar todas as formas da sua própria criação a sua forma. O atributo do verbo quis ser livre como a inteligência, mas não podia, pois ele estava preso a vontade do Divino Eu supremo (A LÓGICA DA CRIAÇÃO) e só podia realizar a vontade do Divino e nada mais. Se assim não procedesse causaria a destruição de seu próprio ser.

Os atributos (DEUSES, ANJOS E ARCANJOS) formavam os universos da majestade do Divino Eu Supremo; cada um realizava um pensamento do Divino Eu Supremo através do verbo que os unia e formavam a coroa da sua majestade.

O Ser Supremo quis contemplar a si mesmo (VER O MUNDO) em todos os atributos da sua majestade. Ele havia parado de gerar e criou tudo quando usou o Verbo para implantar a hierarquia na sua majestade, mas não podia contemplar-se, pois tudo estava nEle e tudo era Ele e nada existia fora dEle, pois o EGHO não havia sido criado e os seres que formavam os universos não podiam executar seus ministérios porque todos seres existiam, mas não sentiam a vida de forma individual (A EXISTÊNCIA). Então Ser Supremo gerou o atributo da inteligência (O QUESTIONAMENTO) o Egho o movimento individual da vida começou, porque todos os seres reconheceram-se. O Egho tornou-se a mente da majestade do Ser Supremo que gerou o movimento nos universos, tirando-os da inércia e criando assim os cosmos na majestade. Os cosmos foram formados por infinitas substâncias e elementos químicos, controlados por forças eletromagnéticas (MATÉRIA).

Deus sentiu o caos da sua majestade e gerou a hierarquia. A majestade de Deus saiu do caos. O verbo; o portador da vontade de Deus ordenou que criasse as altitudes, as ordens, às dimensões, os planos, as forças, as esferas e a natureza com seus quatro reinos através dos seus atributos.

As altitudes foram formadas pelos atributos que são os pensamentos vivos de Deus; eles são formados do Som Supremo do Universo e transmitem suas vontades através dos portais cósmicos que formam as ordens. Estes são os nomes dos Atributos de Deus os seres mais próximos e mais poderosos de toda majestade.

_ A senhora compreendeu Drª Suzana, por mais que seja empírico o que digo, á lógica teológica nisso, os teólogos foram dizimados igualmente os ecológicos foram na idade da eloqüência. Estes são os seres que destruíram a terra, agora saiba quem são eles e a quem serviam:

O plano astral foi formado por Elementares; eles são feitos de elétrons e elétrons-neutrinos. Quando atuam no físico convertem-se para elétrons e quando atuam no extra físico convertem-se para elétrons-neutrinos, com isso podem materializar as vontades dos homens no universo físico através das forças atômicas para formarem as moléculas.

_ Guarde estes nomes doutora e agora me excute.

Disse com voz ríspida, a doutora prestou atenção no que ele passou a falar: Quando tudo entrou em movimento as substancias impulsionadas pela força da auto-geração, uniram-se aos elementos formando os animais e os vegetais nas esferas. Todos os mundos do sistema solar estavam habitados por seres bizarros e sem formas definidas para os padrões da majestade (A VIDA) e por isso os mundos não faziam parte de Deus. Os “Corpuz” como foram denominados, destruíam tudo e consumiam mais do que geravam, causando um desequilíbrio sem precedentes. Os Corpuz se alimentavam das moléculas livres na superfície dos mundos e liberavam na superfície substancias que ao encontrar com os átomos livres na atmosfera acontecia a geração de seres mais densos que os corpuz e assim foram gerados os precursores do reino vivo. Onde animal e vegetal se fundiam pela ação dos agentes livres na superfície dos mundos gerando seres simbióticos que destruíam tanto os animais como os vegetais. Restaram apenas os simbióticos na superfície dos mundos. Os mundos pouco a pouco foram sendo povoados por estes seres que serviriam mais tarde ao propósito da criação: Gerar seres mais perfeitos para que os mundos viessem pertencer um dia a majestade de Deus pela perfeição e equilíbrio Eletro-plásmico-biológica de tudo que os comportava. Estes seres formavam a protomatéria viva (uma cadeia infinita de DNA primários ativos).

_ Dr. Reinan Crowllen, acha que devo acreditar  nisso, muitos foram presos por menos.

Disse ela quase se levantando, quando ele a retrucou.

_ Sabe doutora, não podemos chegar a uma conclusão lógica se não temos fatos para estudarmos, escuta-me:

  O Mundo das esferas (atômico) estava no caos por causa do efeito auto-geração. Os Elementares foram enviados para colocar o mundo das esferas (atômico) em ordem, e lhes foi ordenado criar a síntese dos animais para que a hierarquia fosse estabelecida nas esferas e que a vontade de Deus chega-se até os reinos inferiores. Através dos elementos e agentes livres, os Elementares separaram o vegetal do animal e colocou entre eles uma barreira de vida, cada um tinha um principio vital que dependia do outro, e depois aprisionou todos os vegetais na superfície do mundo de forma que pudesse retirar do solo seu sustento e não se alimentar dos animais e os animais foram libertados dos vegetais e muitos podiam se alimentar deles, pois deles foi tirado as funções nervosas e agora não viam e nem sentiam a vida, mais estavam vivos e participavam dos mundos como parte construtora de substancias para os animais.
O mundo das esferas era coberto por água e não existia o ar livre, então os gases, foram fixados na superfície das águas. Os Elementares excitaram o fogo do mundo fazendo os cristais do seu centro gerarem energia e calor que se unia com o sal gerando a terra no meio das águas do mundo, gerando o solo terrestre nos mundos surgiu a Panjeia “o primeiro continente”.

A Panjeia foi estabelecida como hábitat dos dois reinos; vegetal e animal, separados pelos princípios básicos da vida (Co² , O²). Na áqua-prima esta mesma lei foi estabelecida pelos elementares. Os agentes livres foram liberados mais uma vez para gerar os espécimes conforme as leis estabelecidas pelos Elementares e foram gerados os primeiros vegetais livres do DNA animal e os animais livres do DNA vegetal criados assim viveriam um pelo outro e seriam eternos sobre toda terra sem necessitar de nova intervenção criadora.

Neste momento entra no quarto um homem...


O mundo estava encoberto por gases  que impediam a ação dos agentes livres e quando este saia da radiação do sol, as águas invadiam constantemente a parte sólida do mundo para corrigir isto os Elementares condensaram os gases formando um globo para influenciar as águas pela força magnética fazendo com que elas enchesse e esvaziassem quando necessário afim de não invadirem a parte sólida do mundo e assim não exterminasse mais os seres da Pangéia.
Assim como os Seres celestes foram feitos os zeladores dos universos, os Elementares foram feitos zeladores do “mundo das esferas (atômico)”.

E era preciso um zelador para os Reinos, pois os elementares tinham como tarefa zelar dos planos. Então uniram os quatros agentes livres nas esferas: o amôno, dimôno, omônio e o intrônio.  Estes agentes estavam presentes em todos seres da Pangéia e da Áquaprima (águas primitivas). Os intrônios são forças eletromagnéticas liberadas pelos centros vitais dos elementares e era com esta força eletromagnética que os Elementares controlavam a vida e a morte, pois esta força podia unir os átomos para formar edificações microbiológicas, da mais simples, as mais complexas como a dos mamíferos. Quando esta força era retirada as moléculas se desfaziam, pois os átomos se desligavam um dos outros desfazendo assim as edificações macromoleculares reduzindo o ser a um protoplasma que mais tarde seria usado em um novo ser. Para criar o ser síntese destes princípios ativos, um ser híbrido entre os elementares, animais e vegetais foi necessário aperfeiçoar os espécimes e a superfície do mundo, então os Elementares retiraram os quatros agentes livres e toda criação retornou ao seu estado primitivo tudo foi recriado; todas as criaturas foram recriadas de forma que o novo ser pudesse dominá-las e por sua vez zelar de todas as formas de vida como também controlar seu desenvolvimento em todo ecossistema do mundo após reconstruir e aprimorar a natureza os 28 Elementares criaram de seus próprios centros ultrônicos, centros ultrônicos semelhantes e assim geraram a consciência psíquica (alma) andrógina, seu corpo foi composto pelo intrônico livre, mas este primeiro corpo era etéreo (espiritual), o segundo e ultimo foi formado pela síntese do DNA dos seres mais perfeitos na áquaprima e pangéia, os Elementares dividiram-se em quatro grupos de sete. Nos quatro cantos do mundo colheu o DNA necessário das seguintes espécimes de Golfinho, polvo, boto, algumas aves, alguns felinos, alguns caninos e quatro grupos de antropóides, sendo que cada grupo de Elementares separou um antropóide para gerar um corpo físico, gerando assim o homem em quatro raças diferentes, foi gerado pelos elementares a raça negra, vermelha, Albina e branca onde só a alma é a mesma em qualquer raça, pois teve uma só origem o “Intrônio” (foton-plásma) tornando com isso o homem feito a imagem deles e não havia nada na pangéia ou na áquaprima que se assemelhasse ao homem.

Em assembléia eles se reuniram com seu líder:
_ Nós fizemos o homem a nossa imagem. Somos poderosos e de nada dependemos deste que todos falam que existe dentro de nós.
Disse Azazel.
_ Vamos reinar sobre o homem e fazê-lo nosso servo eterno...
Falava quando foi interrompido.
_ Não!
Discordou Arimã.
_ O homem não pode ser eterno, pois se assim for poderá nos alcançar em poder. Lembrem-se de que ele pode se tornar pensante como nós.
 Os Elementares orgulharam-se e por soberba, não deram glória a Deus pela sua obra e assim geraram mais caos que ordem, pois todo universo do mundo das esferas ficou fora da majestade de Deus.
 O homem criado pelos Elementares dominava todos os animais, mas não transmitia as vontades de Deus aos reinos inferiores, pois os Elementares ocultaram do homem quem ele era, para poder sugar deles a energia ultronica já que não pertenciam mais “À MAJESTADE DO DIVINO EU SUPREMO”, pois foram expulsos da eternidade, mas podiam perpetuar-se pela energia ultrônica gerada pelos centros ultrapiscônicos da consciência íntima dos homens, e para poderem realizar essa absorção era necessário que o homem direcionasse a freqüência emocional (FÉ) para os centros ultrônicos deles criando um elo entre seus centros e o dos homens e assim poderem drenar toda energia quando o corpo físico fosse separado do etéreo.
Ozimund foi o primeiro a aparecer para os homens.
_ Homens de shan!
_ Eu sou seu Deus e ordeno que me adorem, se assim não procederem eu vos destruirei.
Todos os homens passaram a adorá-lo como um Deus. E assim sucedeu com todos os outros elementares. O homem assim como todos os animais dependiam dos Elementares até para procriar.
Obedeciam, pois dependiam dos favores dos deuses para sobreviver no reino animal, pois de todos os animais era o mais frágil. Este primitivo ancestral do homem era andrógino; completamente hermafrodita e desconheciam o ato sexual, pois se reproduzia  assexuadamente durante a época estabelecida pelos Elementares.
_Vamos gerar mais homens, pois nossa existência depende deste alimento.
Desse Azazel em assembléia.
Então O DIVINO EU SUPREMO ordenou ao Atributo da Inteligência “o Egho”, que levasse a ordem às esferas. O Atributo da Inteligência de Deus ordenou que a hierarquia fosse estabelecida no mundo das esferas pronunciando o Fiat, para gerar a inteligência do plano físico. Mas os elementares apoderaram-se da inteligência e isolaram completamente o homem, deixando-o apenas como um animal racional superior, pois não queriam que os homens fossem igualados a eles pela capacidade de discernir entre a vida e a morte e com isso viessem realizar a auto-geração  tornando-se assim o senhor das esferas.
GOSTOU COMPRE O LIVRO PARA SABER O MAIS.

Comentários